Nós fomos o verdadeiro amor. Aquele amor clichê, mas não clichê. Aquele amor conhecido apenas por quem o vive e imaginado por quem o gostaria de viver. E tu foste quem eu me arrependo mais de dizer, após partida, “ele nunca me amou”. Porque amaste. E eu também te amei. Mas a vida continua. Nós fomos o “verdadeiro Amor”. Com letra maiúscula. Pois nós merecemos isso. E muito mais. Mas o “mais” que merecemos é impossível nos ser dado, porque nós terminamos. O nosso amor acabou, mesmo que nunca tenha acabado. Foste o meu primeiro, e sinceramente, até hoje, o meu último amor. Mesmo não te amando mais, foste a melhor definição de amor. Porque estes relacionamentos de semanas ou meses que eu vivi, e vou vivendo, depois de ti, não são o “verdadeiro Amor”. Amor não é só fazer amor e andar de mãos dadas. Amor não são só clichês. Amor não é só gostar. Amor não é só sofrer. Amor não é só ser romântico. Amor não é só querer estar perto. Amor não é só sentir ciúmes. Amor é querer ver as estrelas, o céu, a lua. Amor é discutir e retornar amando ainda mais. Amor é escrever uma carta à mão e dizer no P.S “Oh, são pra ti. Todas as palavrinhas escritas são pra ti. Com todo o meu amor.”. Amor foi quando nós discutimos, nos separamos, e no dia seguinte um amigo teu me trouxe um papelinho vindo de ti. Amor foi quando eu lhe disse que não queria nada teu, morrendo de vontade de agarrar no papel e sentar-me a um canto para o ler. Amor foi quando tu me olhaste de longe para ver se aceitava. Amor foi quando eu te olhei e o meu coração me disse para aceitar. Amor foi quando eu aceitei e, mais tarde, li cada palavra, com o maior esforço porque a tua letra é absurdamente estranha. Amor foi quando tu a escreveste, não tendo qualquer jeito. Amor foi quando eu sorri intensamente, depois de lê-la. Amor somente nosso foi quando tu escreveste “lê sozinha e não mostres a ninguém”. Amor ingénuo fomos nós. Mas ainda assim, nunca deixamos de ser verdadeiros. Amor maior foi quando retornamos. Com mais amor. Amor que parece nunca acabar. Amor que acaba, mesmo sendo verdadeiro. Amor de verdade no passado é quando sabemos que terminou, sabemos que não amamos mais, mas sentimos saudades, sentimos vontade de escrever textos e mandar ainda dizendo: “Todas as palavras escritas são pra ti.”. O “verdadeiro Amor” éramos nós. E eu nunca soube. Até hoje, ontem, anteontem. Até te perder.
~ Danniela F. (via fizdemimpoesia)

(Source: re-alejar, via fizdemimpoesia)


2 hours ago / 268 notes / © re-alejar / Reblog

Espero poder confiar inteiramente em você, como jamais confiei em alguém até hoje. Espero que você venha a ser um grande apoio e um grande conforto para mim.
~ O Diário de Anne Frank (via fizdemimpoesia)

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2 hours ago / 183 notes / © trecho-de-livros / Reblog

(Source: shewillbelovedsomedayy, via faaithhaardisty)



- Você faria isso por mim?
- Por você, eu faço mil vezes.
~ O Caçador De Pipas   (via fizdemimpoesia)

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2 hours ago / 7,707 notes / © quero-esquecer / Reblog

- É fácil
- O quê?
- Se apaixonar por você.
~ Caio Augusto Leite   (via fizdemimpoesia)

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2 hours ago / 5,354 notes / © ventodemaio / Reblog

Querido Deus, a única coisa que peço a você é que cuide dela enquanto eu não estiver por perto.
~ Avenged Sevenfold   (via fizdemimpoesia)

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2 hours ago / 2,796 notes / © umapequenapoeta / Reblog

Oh, moço
Se soubesse
O quanto é difícil
Pra mim
Te garanto que não faria assim.
~ Lana   (via fizdemimpoesia)

(Source: val-sa, via fizdemimpoesia)


2 hours ago / 1,809 notes / © val-sa / Reblog

Não passa assim por mim outra vez… Ao menos me leva.
~ Camila Costa. (via camilacosta)

2 hours ago / 232 notes / © camilacosta / Reblog

Se saudade matasse, bem… você já sabe como eu estaria.
~ Explicitar  (via fizdemimpoesia)

(Source: explicitar, via fizdemimpoesia)


2 hours ago / 7,836 notes / © r-iotvan / Reblog

Você é a saudade em mim.

2 hours ago / 1,545 notes / © ensejos / Reblog

O meu coração tem o que no seu não tem: amor, saudade, tristeza e choro. Pena que o seu coração é tão vazio.
~ Caio Augusto Leite  (via fizdemimpoesia)

(Source: ventodemaio, via fizdemimpoesia)


2 hours ago / 90 notes / © ventodemaio / Reblog

(via 1comumdedois)


2 hours ago / 92 notes / © acordeviva / Reblog

Me dê noticia de você,
eu gosto um pouco de chorar.
A gente quase não se vê,
me deu vontade de lembrar…
~ Chico Buarque  (via arco-da-velha)

(Source: l-e-j-o-s, via arco-da-velha)


2 hours ago / 59 notes / © l-e-j-o-s / Reblog

(via 1comumdedois)


2 hours ago / 441 notes / © bobasemmanual / Reblog

Eu sei, eu sei. Tenho ciência de que eu poderia, sem hesitar, estar num bar desses da noite bebendo todas com alguns velhos amigos e outros novos. Sim, eu poderia estar com a cara cheia, popularmente falando, rindo às gargalhadas – malditas gargalhadas que me faltam na garganta – e direcionando olhares, além de recebê-los para mim, também. Movimentaria a mão para o lado, vez ou outra, desviando a fumaça dos olhos. Eu poderia, sem dúvidas, fazer um milhão ou mais coisas. Posso, inclusive. Mas o problema é que eu ando preferindo ficar dentro do meu apartamento de alguns poucos metros quadrados e na cozinha, ver você de costas no fogão; no banheiro, ver tuas mãos passando pelos cabelos caídos, retirando a espuma debaixo do chuveiro; na sala, tuas pernas – belas pernas – esticadas no meu sofá, enquanto seus pelos se arrepiam pela brisa fria que acabara de passar; no quintal talvez eu avistasse você abrindo o portão para sair e ir para tuas aulas de ballet – o qual sempre apoiei você a praticar, além de busca-la e leva-la, todos os dias – e no quarto – o quarto que é meu, mas já foi nosso – eu vejo você se deitar e, com aquelas lingeries delicadas ao mesmo tempo em que sensuais, chamar-me com a ponta dos dedos, numa brincadeira, com um sorriso esplêndido – ao passo em que também é carente –, são essas as coisas que eu ando fazendo, se quiseres saber de mim. Vejo tão nitidamente que às vezes me perco entre o sonho e a realidade. Eu poderia ser um milhão de eu’s. Eu’s que você nunca conheceu, eu’s que vivem loucamente; e desta maneira, eu poderia ir e vir, fazer e desfazer. Mas eu não faço. Eu ouço – dentro do velho armário – as tuas cartas chamarem-me, mas não as busco e não as leio mais, apesar de eu gostar de me torturar. Não… Não pense que me tornei um desses pseudo-masoquistas malucos. Eu gosto de me torturar, sabendo que tu não passarás mais por esta porta em minha frente, mas forçando-me a acreditar que sim, que hora ou outra tua mão girarás essa maçaneta e eu verei o seu rosto enfeitado pela luz que bate contra a porta e as janelas, lá pelas dezessete horas. Os nossos – nossos é uma maneira imbecil de dizer sobre os meus amigos – amigos vêm me visitar e trazem bebidas e cigarros e vídeos de lutas, filmes dos gêneros que mais gosto e falam algumas besteiras sobre mulheres e outras mulheres, se esforçam para me deixar bem e eu reconheço que é um esforço cheio de sentimento da parte deles, mas a graça estava em falar de mulheres e mulheres para irritar você. Agora tu não te irritas. Mas eu me irrito. E eu enlouqueço sozinho, questionando os motivos pelos quais não entrei naquele maldito avião, do contrário, “joguei a passagem para o alto” e os mil quinhentos e tantos quilômetros tornaram-se um milhão deles. Fico dentro destas paredes que deixam o ambiente frio e assim tornam tudo mais melancólico, se perceberes. Eu me torturo e me engano. Está tudo bem. Perdoe-me pelas palavras mal escritas, tu sabes o quanto já as fiz melhor, mas aqui estou apenas procurando uma maneira de saber como você está, pois não posso buscar essas informações contigo. Perdoe-me pelo “adeus”, mas entendas que fora esta a maneira que encontrei de me proteger. E me protejo. Pareça orgulho ou frieza, este sou eu, um animal irracional protegendo a si mesmo; talvez até um tanto egoísta. Mas saibas que tuas fotografias estão guardadas e você ainda vive em mim. Vez por outra eu mando o mundo todo para o diabo, mas eu sei que passa. Passa. Um dia essas malditas memórias não serão nada mais do que lembranças vagas. Mas hoje, querida, tu fiques tranquila que se um dia te sentires não amada, a tua dúvida aqui ficará sanada: eu poderia amar mil e outras mulheres, e ainda que tudo o que eu viva, viva apenas nos pensamentos, ainda que tu vivas em mim, mas teu corpo esteja distante – muito distante – do meu, eu gosto de amar você. Eu poderia não escrever este texto hoje, pois soo como um maldito estúpido que não se conforma, mas eu optei por escrevê-lo. Eu gostaria de saber como tu estás, repito. Espero que estejas bem. Eu estou melhorando.

2 hours ago / 28 notes / © imperito / Reblog

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Would you lie with me
and just forget the world?

She is the light that's leading me to the place where I'll find peace. She is the strength that keeps me walking. She is the hope that keeps me trusting. She is the life to my soul. She is my purpose. She calm the storms. She hold me in her hand, she won't let me fall. She stole my heart and she took my breathe away. She is all I want, she is all I need, she is everything.
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